Professores não aceitam proposta do governo


Avanços e retrocessos. É desta forma que os servidores estaduais em greve descrevem as atitudes do Governo Estadual em relação às negociações com os grevistas. O Governo destaca os avanços, apresentando datas para implantação dos planos e pagamento de gratificações. Já os trabalhadores afirmam que as audiências com representantes do Executivo Estadual não os convencem do esforço em finalizar a paralisação das classes. Educação, Polícia Civil, funcionários da Fundação José Augusto, Detran e Jucern não recuaram diante das investidas apresentadas pelo Governo e mantiveram o movimento.

Há um mês de braços cruzados, os professores da rede estadual de educação decidiram, em assembleia realizada na tarde de ontem, por não aceitar a proposta apresentada pelo secretário estadual de Administração, Anselmo Carvalho, e pela secretária estadual de Educação, Betânia Ramalho. O Governo pagaria imediatamente o Piso Nacional, no qual nenhum profissional do magistério receberia menos de R$ 890 por uma jornada semanal de trabalho de 30 horas.

O escalonamento do Piso Nacional no atual Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) seria parcelado em quatro vezes, a começar no mês de setembro e concluído em dezembro. "Fico muito surpresa com o resultado dessa assembleia. Dessa maneira, fica difícil avançar nas negociações", admitiu Betânia Ramalho.
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