Atropelamento em ciclovia tratado como ato terrorista mata ao menos oito em Nova York

Tiroteio em Nova York
Polícia isola cena de tiroteio em Manhattan; suspeito foi preso  Foto: Martin Speechley/NYPD via AP
Um homem que dirigia uma picape invadiu uma ciclovia no sul de Manhattan em alta velocidade, atropelou diversas pessoas até chocar seu veículo contra um ônibus escolar, informou a polícia de Nova York. O suspeito foi baleado e está sob custódia. Ao menos oito pessoas morreram. O FBI assumiu a investigação e trata o caso como um possível atentado terrorista.
Fontes próximas da investigação disseram à CNN que o suspeito teria gritado "Allahu Akbar" durante o ataque. Uma testemunha do tiroteio contou à  rede de TV ABC que viu um carro branco entrar em alta velocidade pela ciclovia da autopista West Side e atinger várias pessoas. Ele também disse ter ouvido tiros e ter visto corpos no chão. Uma segunda testemunha disse à Associated Press  também disse ter visto o atropelamento.

Num primeiro momento, a polícia informou que o suspeito estava armado e abriu fogo. Posteriormente, as autoridades descobriram que ele portava uma arma falsa e os sons de tiros relatados por testemunhas foram de alguma maneira fabricados.


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O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, disse por meio de um porta-voz que não há uma ameaça ativa no momento e se encaminha para o local do acidente.

Uma grande parte da autopista foi fechada para investigações. Centenas de policiais estão no local, incluindo um esquadrão antibomba,mas a polícia disse que não procura outros suspeitos.

Alunos do Colégio Stuyvesant disseram ter visto o homem abrir fogo depois de sair de uma picape aparentemente alugada.

Vídeos publicados em redes sociais mostraram bicicletas destruídas no rastro da picape, além de corpos estirados no chão. Alguns prédios nos arredores do ataque foram isolados.

Reação

Segundo a Casa Branca, o presidente Donald Trump foi informado do ataque por seu chefe de gabinete, o general da reserva John Kelly, e acompanha a situação.

“Nossas orações estão com as vítimas”, disse a porta-voz de Trump Sarah Sanders.

Estadão

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