Professores em greve protestam no Centro Administrativo

Foto/Reprodução
Professores da rede estadual de ensino se reuniram em assembleia no centro administrativo na manhã desta segunda-feira (2). A mobilização tem o intuito de discutir a greve, deflagrada no último dia 22, e cobrar uma audiência com representantes da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEEC). A categoria reivindica que a pasta apresente novas propostas de pagamento para o reajuste de 6,81% referente ao piso salarial deste ano.

Em tentativa de negociação com os professores, a pasta já havia apresentado cinco propostas para o pagamento do reajuste. A categoria, no entanto, considera que as ofertas do Governo não estão de acordo com a legislação que estabelece os planos de carreira.


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Enquanto as tratativas não avançam, a estimativa do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN (Sinte) é de que 95% das escolas da rede estão paralisadas. De acordo com a diretora de educação infantil da entidade, Gidalia Andrade, a categoria entende que "a greve é ruim para todo mundo" e tenta resolver a situação, mas aguarda uma resposta do Executivo.

"Eles usam a crise fiscal como argumento, mas os trabalhadores não são responsáveis pela crise que eles criaram. Além da questão salarial, cobramos estrutura para as escolas, temos pautas que estão engavetadas há quatro anos e ainda não foram resolvidas", reivindica.

Assim como os servidores da rede estadual, professores do município também estão em greve cobrando o reajuste de 6,81% referente ao piso salarial de 2018 e melhores condições de trabalho. Nesse caso, a Secretaria Municipal de Educação alega que não pode conceder o reajuste até agosto devido a um Termo de Ajuste de Gestão, assinado pela Prefeitura junto ao Tribunal de Contas. O sindicato alega que aguarda uma reunião com o prefeito Carlos Eduardo para discutir a situação.

Tribuna do norte

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